Preparados: PRA DEFENESTRAR DE VEZ AS DUVIDAS SOBRE ?LEOS.... - Preparados

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PRA DEFENESTRAR DE VEZ AS DUVIDAS SOBRE ?LEOS....
MUITO BOM !!!

Postou 02 maio 2007 - 05:14 | #1 Guest_GT AUTO SERVICE_*

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Todas as duvidas que vcs tinham sobre ?leos e o Thiag?o aqui nunca teve a "coragem" de postar est?o aqui.........



AN?LISES T?PICAS ? Shell Helix Alta Quilometragem 25W60 SL
GRAU SAE 25W60 SL
Densidade a 20/4?C - 0,897
Ponto de Fulgor (VA) (?C) - 228
Ponto de Fluidez (?C) - -3
Viscosidade a 40?C (cSt) - 250
Viscosidade a 100?C (cSt) - 23,4
?ndice de Viscosidade - 116


AN?LISES T?PICAS ? Shell Helix Standard 20W50 SF
GRAU SAE 20W50 SF
Densidade a 20/4?C - 0,8864
Ponto de Fulgor (VA) (?C) - 228
Ponto de Fluidez (?C) - -3
Viscosidade a 40?C (cSt) - 160,8
Viscosidade a 100?C (cSt) - 18,94
?ndice de Viscosidade - 134


AN?LISES T?PICAS ? Shell Helix Super 15W50 SL
GRAU SAE 15W50 SL
Densidade a 20/4?C - 0,8827
Ponto de Fulgor (VA) (?C) - 220
Ponto de Fluidez (?C) - -27
Viscosidade a 40?C (cSt) - 139,3
Viscosidade a 100?C (cSt) - 18,72
?ndice de Viscosidade - 152


AN?LISES T?PICAS ? Shell Helix Plus 10W40 SL - sint?tico
GRAU SAE 10W40 SL
Densidade a 20/4?C - 0,864
Ponto de Fulgor (VA) (?C) - 232
Ponto de Fluidez (?C) - -32
Viscosidade a 40?C (cSt) - 93,8
Viscosidade a 100?C (cSt) - 14,2
?ndice de Viscosidade - 157


AN?LISES T?PICAS ? Shell Helix Ultra 5W40 SL - sint?tico 100% - energy conserving
GRAU SAE 5W40 SL
Densidade a 20/4?C - 0,851
Ponto de Fulgor (VA) (?C) - 232
Ponto de Fluidez (?C) - -36
Viscosidade a 40?C (cSt) - 73,7
Viscosidade a 100?C (cSt) - 13,5
?ndice de Viscosidade - 189


AN?LISES T?PICAS ? Lubrax SL
GRAU SAE 20W/50
Densidade a 20/4?C - 0,8898
Ponto de Fulgor (VA) (?C) - 242
Ponto de Fluidez (?C) - -24
Viscosidade a 40?C (cSt) - 162,6
Viscosidade a 100?C (cSt) - 18,5
?ndice de Viscosidade - 127
Cinzas Sulfatadas (% peso) - 1,07


AN?LISES T?PICAS - Lubrax TopTurbo (Diesel)
GRAU SAE 15W-40
Densidade a 20/4oC - 0,8830
Ponto de Fulgor (VA) (oC) - 230
Ponto de Fluidez (oC) - -27
Viscosidade a 40oC (cSt) - 107,2
Viscosidade a 100oC (cSt) - 14,75
?ndice de Viscosidade - 142
Cinzas Sulfatadas (% peso) - 1,17
?ndice de Basicidade Total (mgKOH/g) - 11,0


AN?LISES T?PICAS - Lubrax SJ
GRAU SAE 20W/50
Densidade a 20/4oC - 0,8846
Ponto de Fulgor (VA) (oC) - 240
Ponto de Fluidez (oC) - -24
Viscosidade a 40oC (cSt) - 183,7
Viscosidade a 100oC (cSt) - 20,80
?ndice de Viscosidade - 134
Cinzas Sulfatadas (% peso) - 0,50


AN?LISES T?PICAS - Lubrax Extra Turbo (diesel)
GRAU SAE 15W/40
Densidade a 20/4oC - 0,8800
Ponto de Fulgor (VA) (oC) - 230
Ponto de Fluidez (oC) - -27
Viscosidade a 40oC (cSt) - 111,9
Viscosidade a 100oC (cSt) - 15,11
?ndice de Viscosidade - 141
Cinzas Sulfatadas (% peso) - 1,05
?ndice de Basicidade Total (mgKOH/g) - 9,0


AN?LISES T?PICAS - Lubrax SINT?TICO - FRASCO CINZA COM ETIQUETA PRETA
GRAU SAE 5W/40
Densidade a 20/4oC - 0,8492
Ponto de Fulgor (VA) (oC) - 240
Ponto de Fluidez (oC) - -33
Viscosidade a 40oC (cSt) - 84,14
Viscosidade a 100oC (cSt) - 13,8
?ndice de Viscosidade - 170
Cinzas Sulfatadas (% peso) - 1,20


AN?LISES T?PICAS - Lubrax TECNO - FRASCO CINZA COM ETIQUETA VERDE
GRAU SAE 15W/40
Densidade a 20/4oC - 0,8808
Ponto de Fulgor (VA) (oC) - 230
Ponto de Fluidez (oC) - -27
Viscosidade a 40oC (cSt) - 110
Viscosidade a 100oC (cSt) - 14,8
?ndice de Viscosidade - 139
Cinzas Sulfatadas (% peso) - 1,07


AN?LISES T?PICAS ? Ursa Premium TDX (diesel)
Grau SAE 15W-40
Densidade @ 20?C - 0,8855
Viscosidade a cSt @ 40?C ? 105,4
Viscosidade a cSt @ 100?C ? 14,3
?ndice de Viscosidade - 138
Ponto de Fulgor, COC, ?C - 238
Ponto de Fluidez, ?C D-97 - -33
TBN, mgKOH/g - 1,0


AN?LISES T?PICAS ? LUBRAX VALORA 5W30 - CONCORRENTE DO HAVOLINE ENERGY
Grau SAE 5W-30
Densidade @ 20?C - 0,8473
Viscosidade cSt @ 40?C ? 56,06
Viscosidade cSt @ 100?C ? 10,25
?ndice de Viscosidade - 173
Ponto de Fulgor, COC, ?C - 234
Ponto de Fluidez, ?C - -48


AN?LISES T?PICAS ? Havoline Energy (original do Celta!)
Grau SAE 5W-30
Densidade @ 20?C - 0,8480
Viscosidade cSt @ 40?C ? 56,2
Viscosidade cSt @ 100?C ? 9,95
?ndice de Viscosidade - 165
Ponto de Fulgor, COC, ?C - 220
Ponto de Fluidez, ?C - -45


AN?LISES T?PICAS ? Havoline Ultra
Grau SAE 5W-40
Densidade @ 20?C - 0,853
Viscosidade cSt @ 40?C - 87,8
Viscosidade cSt @ 100?C ? 14,7
?ndice de Viscosidade - 156
Ponto de Fulgor, COC, ?C - 226
Ponto de Fluidez, ?C D-97 - -42


AN?LISES T?PICAS ? Havoline Premium SL
Grau SAE 20W-50
Densidade @ 20?C - 0,8898
Viscosidade cSt @ 40?C - 163,1
Viscosidade cSt @ 100?C ? 17,96
?ndice de Viscosidade - 122
Ponto de Fulgor, COC, ?C - 242
Ponto de Fluidez, ?C D-97 - -24


AN?LISES T?PICAS ? Valv. Durablend SM
Grau SAE 15W-40
Densidade @ 20?C - 0,880
Viscosidade cSt @ 40?C ? 92,41
Viscosidade cSt @ 100?C ? 13,95
?ndice de Viscosidade - 154
Ponto de Fulgor, COC, ?C - 234
Ponto de Fluidez, ?C D-97 - -33
Cinza Sulfatada % peso - 1,2


AN?LISES T?PICAS ? Valv. Competition Plus SL
Grau SAE 20W-50
Densidade @ 20?C - 0,882
Viscosidade cSt @ 40?C ? 168,0
Viscosidade cSt @ 100?C ? 18,7
?ndice de Viscosidade - 120
Ponto de Fulgor, COC, ?C - 210
Ponto de Fluidez, ?C D-97 - -21


AN?LISES T?PICAS ? Valv. Turbo V SF
Grau SAE 15W-40
Densidade @ 20?C - 0,888
Viscosidade cSt @ 40?C ? 210
Viscosidade cSt @ 100?C ? 19,8
?ndice de Viscosidade - 113
Ponto de Fulgor, COC, ?C - 220
Ponto de Fluidez, ?C D-97 - -18


AN?LISES T?PICAS ? Valv. SynPower SL (sint?tico)
Grau SAE 5W-30
Densidade @ 15?C - 0,853
Viscosidade cSt @ 40?C ? 75
Viscosidade cSt @ 100?C ? 12,3
?ndice de Viscosidade - 164
Ponto de Fulgor, COC, ?C - 222
Ponto de Fluidez, ?C D-97 - -45


AN?LISES T?PICAS ? Valv. All Fleet Plus (diesel)
Grau SAE 15W-40
Densidade @ 15?C - 0,8826
Viscosidade cSt @ 40?C ? 105,4
Viscosidade cSt @ 100?C ? 15
?ndice de Viscosidade - 143
Ponto de Fulgor, COC, ?C - 233
Ponto de Fluidez, ?C D-97 - -30


T? a?, se n?o entender os dados t?cnicos dou uma sugest?o: GOOGLE!
Falows Max


O pessoal do VC j? pesquisa isso a longo tempo... peguei alguns dos melhores momentos no link:

http://www.vectraclu...o...asc&start=0

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COMPLEMENTO - ED?SIO VECTRACLUBE:
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...a grande vantagem dos OL sint?ticos ? o seu alto ""?ndice de viscosidade"" que nada mas ? do que a sua grande capacidade de preservar as suas caracter?sticas originais dentro de uma larga faixa de temperatura de trabalho por longos per?odos e a grande quantidade de aditivos que ele possui. Esta faixa vai de temperaturas negativas at? um pouco acima da faixa de trabalho normal do motor. Quanto a viscosidade, que ? outra coisa, o ideal mesmo ? trabalhar com OL at? 40 por causa dos tuchos.
A minha experi?ncia com o meu VCD 2.0 16V foi a seguinte, assim que comprei o carro eu usava o OL 20W-50 Castrol GTX 4X(mineral). J? na segunda troca (5000Km), o carro come?ou a bater tucho. Quando comentei com o Senhor da casa de OL ele (como voc?) sugeriu que eu colocasse um OL sint?tico. Fiz um flush no motor, desceu uma lama, e passei a usar um 10W-40. O motor n?o faz mas barulho de tucho, o carro ficou outro.
J? um amigo meu cujo carro passou dos 100000Km, resolveu usar um desses OL ""alta kilometragem"" passou por maus momentos com vazamentos por todos os retentores.
Vai a dica:

PRINCIPAIS UTILIZA??ES DOS ADITIVOS
1- DETERGENTES
Mant?m em suspens?o e finamente dispersado na massa do ?leo o carbono formado.

2- ANTIOXIDANTES
Retarda a oxida??o do ?leo e por longo tempo mant?m o ?leo com as caracter?sticas originais

3- ANTICORROSIVOS
Evita, mesmo com a presen?a de umidade, o enferrujamento das pe?as

4- ANTIESPUMANTE
Impede, mesmo em casos extremos, a forma??o de espuma assegurando assim a lubrifica??o normal e constante

5- EXTREMA PRESS?O
Combina com o metal das partes em contato e forma uma capa superficial que evita a soldagem

6- ANTIDESGASTE
Forma pel?culas protetoras sobre as superf?cies met?licas

7- REBAIXADORES DO PONTO DE FLUIDEZ

8- AUMENTADORES DO ?NDICE DE VISCOSIDADE


VISCOSIDADE
? a resist?ncia que um ?leo imp?e ao escoamento. Essa medida ? determinada em aparelhos chamados viscos?metros. A viscosidade ? uma das caracter?sticas mais importantes dos ?leos.

?NDICE DE VISCOSIDADE
? a express?o num?rica da varia??o da viscosidade com a varia??o da temperatura. Assim, o alto ?ndice de viscosidade revela varia??o relativamente pequena de viscosidade, em fun??o da temperatura, enquanto o baixo ?ndice de viscosidade indica tend?ncia do ?leo a apresentar grande varia??o de viscosidade com uma pequena varia??o de temperatura.

Classifica??o dos ?leos SAE (Society of Automotive Engineers)

Classifica??o Viscosidade cinem?tica (cSt) a 100?C
SAE min / max
0W 3,8
5W 3,8
10W 4,1
15W 5,6
20W 5,6
25W 9,3
30 9,3 / 12,5
40 12,5 / 16,3
50 16,3 / 21,9
60 21,9 / 26,1



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GAUD?RIO - VECTRACLUBE
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Dae galera.

Encontrei um texto muito bom sobre oleos lubruficantes no forum da FORD e resolvi colar aqui neste topico para esclarecer duvidas de muitos aqui.

Segeu na integra o topico do forum citado:

Pessoal, esta semana encaminhei um e-mail a um condutor da Shell, que aluga seu ve?culos com a empresa onde trabalho, e hoje obtive um retorno.

Apesar de extenso, gostaria que todos l?ssem com aten??o.

Segue meus questionamentos, e posteriores respostas da Shell Lubrificantes:

"Caro Paulo, bom dia!!!

Sou integrante de um clube Fordista (www.fiestahp.com.br) e costumo auxiliar os demais participantes do f?rum, na parte de "D?vidas T?cnicas" a esclarecer as principais d?vidas com rela??o a manuten??o / altera??o ("fa?a voc? mesmo") de seus ve?culos. Criaram diversos t?picos com rela??o ? troca de ?leo, e cada um expessa a sua experi?ncia, e est?o ocorrendo muitas diverg?ncias com rela??o ? d?vidas com o ?leo, que possam vir a at? prejudicar o motor de seus ve?culos.

Gostaria de esclarecer algumas d?vidas (mitos e verdades) com rela??o a algumas quest?es sobre ?leos:

Segue ent?o uma s?rie de perguntas frequentes no f?rum que foram filtradas como sendo as principais d?vidas t?cnicas:


- Quais as diferen?as/ vantagens entre ?leo mineral e ol?o sint?tico?
- Com o ?leo sint?tico ? poss?vel rodar mais km do que um mineral?
- Qual o significados das especifica??es, por exemplo 5W 30 ou 20W 40? (qual o significado de cada n?mero e letra?)
- Quais as vantagens / desvantagens de usar outra especifica??o de ?leo no motor que n?o seja ao do manual do fabricante do ve?culo?

Periodicidade das trocas de ?leo:

- Qual a periodicidade de troca de ?leo ideal? E o filtro de ?leo?
- Quantos km / dia seriam considerados como "pouca rodagem", ou existe alguma defini??o para tal?
- H? diferen?a na periodicidade de troca de ?leo de quem roda poucos km / dia para quem roda muitos km / dia?
- Quem roda pouco com o ve?culo deve trocar o ?leo de qtos em qtos meses ou em qtos km rodados?
- Quem roda muito com o ve?culo, qual o km especificado para a troca de ?leo?
- De acordo com as varia??es das especifica??es do ?leo, h? alguma diferen?a com rela??o a quantidade de km rodado para troca, ou n?o existe essa varia??o de km?
- Existe algum tipo de ?leo que se possa ter uma elevada km de rodagem sem trazer malef?cios ao motor?
- Nos casos do carro da Ford, em sua maioria ? orientado pela montadora a troca de ?leo mineral a cada 15.000km ou 01 ano, juntamente com seu filtro. Isso pode ocasionar algum problema futuro em nossos motores?

Aditivos de ?leo:

- Existe algum aditivo que possa ser adicionado ao ?leo do motor? Quais os benef?cios / malef?cios deles?
- Alguns mec?nicos recomendam adicionar um aditivo ao ?leo (FLUSH como o pessoal costuma chamar) e deixar o motor funcionar por alguns minutos antes de efetuar-se a troca de ?leo de motor juntamente com o seu filtro. Quais os beneficios / malef?cios deste procedimento?

Borra interna no motor:

- Como a borra no motor ? formada?
- Como podemos evit?-la?
- Como podemos perceber se h? borra em nossos motores?

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A maioria das d?vidas s?o bastante comuns aqui no departamento e j? temos algumas respostas prontas. Peguei uma rela??o delas e colei num arquivo. Anexei tamb?m mais alguns materiais que poder?o ajud?-lo.

Com rela??o ao questionamento a respeito da limpeza de motores com o aux?lio de produtos pr?prios, acreditamos que o procedimento possa ser adotado, desde que o n?vel de forma??o de borra n?o seja muito grande e que o mec?nico envolvido seja experiente no processo. Em virtude de ultimamente estarem aparecendo muitas reclama??es devido a forma??o de dep?sitos e borra em motores novos de carros de passeio (vide reportagem recente do Jornal O Globo); t?m sido lan?ado no mercado muitos produtos nacionais e importados formulados para realizar a limpeza interna de motores a combust?o. Eles possuem como principio ativo normalmente solventes derivados de petr?leo que como tal, realmente possuem capacidade de remover material incrustado, mas que podem vir a tacar materiais a base de borracha (retentores). Ocorre que ao ser realizado o desprendimento desta borra dentro do motor, se o mesmo conseguir sair pelo buj?o do Carter a opera??o foi bem sucedida, mas se ela vier a se alojar em alguma outra parte interna do motor poder? vir a obstruir a passagem do ?leo bloqueando a lubrifica??o e piorando a situa??o. Tudo depende da quantidade e consist?ncia desta borra. Para se ter uma id?ia desta quantidade, a observa??o da borra formada na tampa de ?leo e a quantidade de ?leo e borra que saem pelo buj?o na hora da drenagem podem ser usadas como referencia. N?o somos contra ou a favor da utiliza??o destes produtos e temos conhecimento de que muitas concession?rias realizam essa limpeza em todos os ve?culos durante suas revis?es, com sucesso. Voltamos a colocar que o problema est? no n?vel de forma??o de borra. Por este motivo as montadoras recomendam a desmontagem e limpeza externa da tampa de v?lvulas, Carter, v?lvula e tubula??o de recircula??o de gases PCV. E se n?o for suficiente, a limpeza das galerias do bloco, o que pode levar a uma total desmontagem do motor, com um alto custo para o propriet?rio. Muitos mec?nicos realizam este tipo de opera??o com ?leo diesel, querosene e at? com fluido de freio. Desaconselhamos totalmente a utiliza??o desses produtos.

atenciosamente,

Cristiane Andrade
TELETEC - Shell Lubricants
Tels: 0800-781616 ou 0300 789 8282
Fax: 21 3984-8824
E-mail Teletec@shell.com

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anexo 1 Perguntas e respostas

1.Existem basicamente tr?s tipos de ?leo lubrificante: mineral, semi-sint?tico e sint?tico. Quais as diferen?as b?sicas entre eles e as vantagens de cada um?
Os lubrificantes de base mineral s?o formulados com ?leos b?sicos derivados do refino do petr?leo. S?o compostos de fra??es de hidrocarbonetos podendo ser classificados como paraf?nicos, naft?nicos ou arom?ticos de acordo com a composi??o qu?mica, origem do petr?leo e com os processos de refino.
Os ?leos sint?ticos possuem composi??o qu?mica bem definida, e s?o obtidos a partir de rea??es qu?micas de polimeriza??o de insumos provenientes da ind?stria petroqu?mica. Podemos dizer que os ?leos sint?ticos foram desenvolvidos exclusivamente para serem utilizados como lubrificantes, sendo assim, possuem caracter?sticas excelentes para desenvolverem este papel. Seu processo de fabrica??o requer cuidados especiais, refletidos no produto final. Os ?leos sint?ticos, por sua maior estabilidade e deterg?ncia, mant?m suas propriedades por um per?odo mais longo que os ?leos minerais.
Os ?leos semi-sint?ticos constituem-se de uma mistura de bases minerais e sint?ticas, em propor??es variadas. Apresentam desta forma caracter?sticas intermedi?rias, de acordo com o percentual de cada base. Os ?leos sint?ticos apresentam, por exemplo, melhor resist?ncia ? oxida??o que os ?leos minerais. Quanto maior for o teor de base sint?tica em um ?leo semi-sint?tico maior ser? sua resist?ncia ? oxida??o.
? bom ressaltar que o benef?cio oferecido pelo ?leo sint?tico est? na lubrifica??o mais eficiente garantindo um aumento na vida ?til do motor, e nunca na extens?o do per?odo de troca. Devido sua excelente estabilidade t?rmica e ? oxida??o, podem trabalhar sob temperaturas mais elevadas que os ?leos minerais. Al?m disso, sua pel?cula lubrificante ? mais resistente se mantendo mesmo nas condi??es mais severas de carga.

2. Quais as melhores aplica??es para cada um desses tipos de lubrificantes nos ve?culos atuais?

O propriet?rio deve sempre se basear nas instru??es do manual para lubrifica??o de seu ve?culo.

3. O que s?o e quais s?o as classifica??es API e SAE para ?leos lubrificantes e as diferen?as entre elas?
O API (Instituto de Petr?leo Americano) estabeleceu um sistema de classifica??o para os ?leos de motor, que ? baseado em n?veis de desempenho para cada tipo de ?leo, sendo constitu?do de testes de motores, de bancada e de campo, e limites pr?-estabelecidos de avalia??o. Este sistema foi desenvolvido de tal forma que permite a adi??o de novos n?veis de qualidade ? medida que se fizer necess?rio suprir novas exig?ncias da ind?stria automobil?stica: SF < SG < SH < SJ < SL.

A classifica??o SAE (Sociedade dos Engenheiros Automotivos) n?o considera o desempenho do produto, mas apenas a sua viscosidade. A viscosidade de um ?leo ? a medida da sua resist?ncia ao escoamento e varia conforme a temperatura. A baixa temperatura, um ?leo ? mais "espesso", isto ?, sua viscosidade ? maior. ? medida que se aumenta a temperatura, o ?leo torna-se cada vez mais "fino", isto ?, sua viscosidade diminui. Um ?leo que flui lentamente prejudica a partida do motor, enquanto que um ?leo muito "fino" proporciona uma lubrifica??o deficiente e um alto consumo do mesmo. Atualmente encontramos no mercado, lubrificantes com diferentes classifica??es de viscosidade: SAE 20W 50, SAE 10W 40, etc. Colocando de maneira simplificada, um ?leo 15W 50 se comporta a frio como um ?leo SAE 15W e a quente como um ?leo SAE 50. Na pr?tica, o n?mero que possui o W, refere-se ? partida a frio do motor. Quanto menor ele for, mais r?pido o ?leo fluir?, no momento mais cr?tico, que ? o da partida, evitando o contato entre as partes met?licas minimizando o desgaste. O n?mero sem o W refere-se ? viscosidade do ?leo na temperatura de opera??o do motor. Assim, um ?leo 5W 40, ter? o mesmo comportamento de viscosidade a quente, que um ?leo 15W 40 j? que ambos ser?o SAE 40. Sua viscosidade na partida a frio, entretanto, ser? menor, permitindo que o lubrificante atinja a parte alta do motor mais rapidamente.
No Brasil s?o mais comuns os ?leos SAE 40 e 50. Apesar disso, j? existem montadoras que est?o recomendando ?leos mais finos para seus motores, mesmo para o nosso clima. ? o caso, por exemplo, da Ford que recomenda para alguns de seus modelos um ?leo SAE 5W 30. Essa recomenda??o se deve a tecnologia de motor mais avan?ada empregada nesses motores que requerem ?leos "Fuel Economy" (Economia de Combust?vel). Esses ?leos (mais finos) se adaptam perfeitamente a essa nova demanda, de motores mais econ?micos e mais eficientes.

4. Como o usu?rio pode escolher o melhor lubrificante para seu ve?culo?
Em geral as montadoras indicam nos manuais dos ve?culos as especifica??es m?nimas que o ?leo deve atender para garantir que todos os requisitos de lubrifica??o sejam atendidos. Os lubrificantes para motores t?m participa??o fundamental para que os novos projetos de motores sejam viabilizados. Os novos motores s?o mais agressivos aos ?leos, na medida que seus regimes de opera??o s?o em geral, mais severos. Al?m de terem que assegurar uma lubrifica??o eficiente sob elevados regimes de contamina??o, estes precisam suportar ainda, temperaturas de trabalho cada vez maiores e per?odos de troca estendidos. As especifica??es de lubrificantes mais conhecidas s?o a API (americana), ACEA (europ?ia) e a JASO (japonesa).
Essas especifica??es visam estabelecer limites de desempenho para os lubrificantes. Para tal, s?o submetidos a uma bateria de testes de bancada, de laborat?rio e de campo, onde s?o avaliados v?rios par?metros, como desgaste de an?is de segmento, forma??o de dep?sitos, resist?ncia ao espessamento, limpeza de carter e etc.
De posse dessa informa??o o usu?rio dever? optar por um ?leo lubrificante que atenda ou supere a classifica??o de desempenho exigida. ? importante verificar tamb?m se existe alguma restri??o quanto ? base do produto. Algumas montadoras n?o recomendam o uso de ?leos minerais, desta forma apenas poder? ser empregado ?leos semi-sint?ticos ou 100% sint?ticos. Para os casos onde n?o exista essa restri??o, ficar? a crit?rio do usu?rio a escolha da base.

5. Se o usu?rio utilizar um ?leo de classifica??o superior ao recomendado, isto trar? algum benef?cio para o motor do ve?culo?
A utiliza??o de um ?leo com desempenho superior ao estabelecido pela montadora trar? benef?cios refletidos diretamente na vida ?til do motor. Quanto maior a qualidade do ?leo lubrificante, maior a prote??o interna do motor. A utiliza??o, por exemplo, de um ?leo com classifica??o API SJ, onde ? recomendado o uso de um produto API SF, garantir? que todos os requisitos m?nimos de lubrifica??o estabelecidos pela montadora, ser?o atendidos e superados.

6. Quais problemas ele pode ter se usar um ?leo de classifica??o inferior ao utilizado?? medida que o motor entra em funcionamento, o n?vel de contaminantes no lubrificante aumenta progressivamente. Como os produtos da combust?o s?o continuamente formados e absorvidos pelo ?leo, torna-se cada vez mais dif?cil para ele proteger e lubrificar o motor. A degrada??o do ?leo e sua exposi??o a temperaturas elevadas provocam um consumo (deple??o) dos aditivos, contamina??o e oxida??o. A oxida??o por sua vez ocasiona espessamento (aumento na viscosidade) e associada a presen?a de contaminantes (sujeiras) provoca tamb?m o escurecimento do ?leo.
O usu?rio dever? seguir sempre as recomenda??es da montadora de forma a garantir o bom funcionamento de seu ve?culo. O uso de lubrificantes com classifica??o inferior ? especificada no manual do propriet?rio poder? comprometer a prote??o completa do motor, levando ? redu??o em sua vida ?til.

7. Qual a composi??o b?sica dos lubrificantes atuais - dispersantes, detergentes, etc - e para que serve cada um desses agentes?
Os lubrificantes consistem basicamente da mistura de ?leos b?sicos e aditivos. De acordo com a aplica??o e com o n?vel de performance exigido, a formula??o poder? ser diferente. Os aditivos s?o adicionados nas mais variadas propor??es com a finalidade de melhorar ou conferir propriedades desejadas ao lubrificante final. Eles s?o classificados em 3 categorias:
Os que modificam a performance do ?leo: aumentadores do ?ndice de viscosidade e abaixadores do ponto de fluidez.
Os que protegem o lubrificante: antioxidantes e antiespumantes.
Os que protegem as superf?cies lubrificadas: anticorrosivos, antiferrugem, dispersantes/detergentes e antidesgaste.
? bom lembrar que o lubrificante possui uma s?rie de fun??es. Em se tratando de lubrificantes para motores, a mais importante ? a forma??o de um filme suficientemente espesso, para prevenir o contato entre as superf?cies met?licas reduzindo conseq?entemente o atrito aumentando a efici?ncia dos motores. Por conta disso, fabricantes de lubrificantes investem intensamente em tecnologia de aditivos pois de nada adiantaria projetar-se um motor de grande efici?ncia, se o lubrificante utilizado n?o consegue manter uma adequada pel?cula entre as partes m?veis em condi??es severas de opera??o (temperaturas elevadas e altas cargas). Outra fun??o que merece destaque ? a capacidade que o ?leo tem de promover a refrigera??o do equipamento. A terceira t?o importante quanto as anteriores, ? a refrigerante. Permitir que o lubrificante acelere o seu processo de degrada??o ao limite m?ximo poder? lev?-lo a apresentar a apar?ncia de uma graxa escura. Nesse momento n?o haver? a quantidade de ?leo necess?ria para a lubrifica??o do motor levando-o ao seu travamento.

8. O uso de aditivos ? recomendado? Quando?
N?o recomendamos o uso de nenhum tipo de aditivo extra nos lubrificantes acabados. Esta pr?tica pode comprometer o funcionamento do motor, tendo em vista que o pacote de aditivos adicionado aos ?leos b?sicos ? formulado e balanceado em uma propor??o definida, e a adi??o de um aditivo extra desequilibraria a formula??o bem como o desempenho final do produto. Al?m disso, n?o temos como garantir que o nosso produto seja compat?vel com o aditivo usado. Ressaltamos tamb?m que n?o ? recomendada a mistura de ?leos de diferentes formula??es, ou seja, de fabricantes diferentes. Isso porque n?o podemos garantir quais tipos de intera??es poderiam vir a ocorrer entre os diversos aditivos existentes nos lubrificantes. O API determina que todos os ?leos de mesma classifica??o t?m que ser compat?veis entre si. Sendo assim, um ?leo API SJ de um fabricante poder? ser misturado a um ?leo de outro fabricante, tamb?m API SJ. Desta forma, podemos garantir que n?o haver? nenhuma rea??o de incompatibilidade entre eles. Mesmo assim, n?o recomendamos essa pr?tica, pois entendemos que a mistura levar? a um desbalanceamento no pacote de aditivo original de cada produto, n?o proporcionando o benef?cio m?ximo que cada produto individualmente ofereceria.

9. Existe algum problema em se usar um ?leo sint?tico quando o recomendado ? o mineral, ou vice-versa?
N?o existe qualquer restri??o quanto ao uso de ?leos sint?ticos em lugar de ?leos minerais. Fazemos, entretanto, uma ressalva quanto ao uso de ?leos sint?ticos em motores antigos, principalmente quando n?o conhecemos o hist?rico de lubrifica??o desses motores. Motores que possuem um hist?rico de lubrifica??o ruim (uso de lubrificante de baixa qualidade e per?odos de troca estendidos), mesmo em casos de quilometragem n?o muito elevada, devem seguir certos cuidados antes de efetuar a troca do ?leo. Caso o motor apresente uma grande quantidade de borra a altera??o na base do ?leo deve ser seguida de uma s?rie de cuidados.
A princ?pio faz-se necess?ria a realiza??o de um flushing com o pr?prio ?leo escolhido, fazendo a primeira troca, tanto do ?leo como do filtro, num per?odo bem curto (cerca de uns 1000 km). Nesse per?odo, deve-se acompanhar o comportamento de consumo, sua cor pela vareta, al?m da press?o de ?leo pela luz testemunha no painel. Este monitoramento ? essencial para garantia do funcionamento adequado do motor, pois caso ele esteja com muita borra, existe uma grande chance desta se desprender pela a??o de limpeza do lubrificante sint?tico ou semi-sint?tico podendo entupir a tela do tubo pescador ou alguma galeria, prejudicando a lubrifica??o. Nestas situa??es onde a quantidade de borra ? elevada, ? necess?rio a realiza??o de uma limpeza mec?nica do motor, com a retirada do Carter e outras pe?as.
A segunda troca, do ?leo e do filtro, deve ser realizada com 5000 km e da? em diante gradativamente, at? que seja alcan?ado o intervalo de troca estabelecido pela montadora, no manual do propriet?rio. Quanto maior for a quilometragem rodada do ve?culo, maior dever? ser a aten??o no caso de troca de bases.
O contr?rio, que corresponderia a migra??o de um ?leo sint?tico ou semi-sint?tico para o mineral, poder? ser realizada sem problemas, deste que este ?ltimo atenda ?s especifica??es m?nimas estabelecidas pela montadora. Entendemos que os motores lubrificados com produtos de base sint?tica tendem a apresentar maior limpeza. ? bom ressaltar que, neste caso, a escolha de um ?leo de qualidade inferior, impactar? na vida ?til do motor.

10. Quais as diferen?as b?sicas entre os lubrificantes para motores a gasolina, ?lcool e diesel?
As diferen?as b?sicas entre eles encontram-se em suas composi??es qu?micas onde cada tipo de ?leo atender? a especifica??es de desempenho particulares. Lubrificantes para motores a diesel, por exemplo, requerem uma reserva alcalina (TBN) maior que aqueles para motores que trabalham com gasolina e ?lcool. O ?leo diesel ? um combust?vel com uma concentra??o de enxofre relativamente alta, e portanto, sua combust?o gera ?xidos sulfurosos que em contato com ?gua produzem ?cidos. Estes ?cidos s?o extremamente prejudiciais para o motor, pois al?m de provocarem corros?o, aceleram a degrada??o do ?leo. Esta reserva alcalina ? respons?vel pela neutraliza??o dos ?cidos evitando que estes prejudiquem o motor.

11. Os motores quatro tempos de motocicletas exigem lubrificantes diferentes dos motores de autom?veis? Porque?
Embora existam exce??es, a maior parte das motos 4 tempos possui um reservat?rio ?nico para o motor e para a caixa de c?mbio, que inclui tamb?m o disco de embreagem imerso no ?leo. Neste caso faz-se necess?rio que sejam atendidas demandas extras de esfor?o no lubrificante, quando comparadas aos ?leos para carros de passeio.
Lubrifica??o e prote??o do motor: Neste ponto n?o existe diferen?a real em rela??o ? lubrifica??o dos carros de passeio, lembrando que esses motores por quest?es de projeto e opera??o exigem ?leos de alto desempenho.
Lubrifica??o da caixa de c?mbio: Geralmente s?o lubrificadas por ?leos multiviscosos (com elevado IV ? ?ndice de viscosidade). No entanto, sob condi??es ?rduas, como elevadas temperaturas e longos per?odos de troca, o pol?mero aumentador do IV, pode sofrer cisalhamento ocasionado pelo esfor?o mec?nico entre os dentes da engrenagem. Este cisalhamento provoca uma queda acentuada na viscosidade, aumento de desgaste do motor e da caixa de engrenagem e lubrifica??o ineficiente. Uma solu??o ser? a utiliza??o de ?leos b?sicos sint?ticos.
Embreagem: Geralmente o disco de embreagem trabalha no interior da caixa de c?mbio. Com isso o ?leo ter? que evitar que a embreagem derrape. Em geral os ?leos para motores possuem modificadores de fric??o, que reduzem a fric??o e com isso aumentam a economia de combust?vel. Tais ?leos podem fazer com que os discos de embreagem escorreguem, reduzindo a fric??o durante a acelera??o do motor. Outra observa??o constatada pelos motociclistas refere-se a utiliza??o de ?leos muito viscosos na partida a frio. Estes acarretam o endurecimento e emperramento da embreagem.
As motocicletas 4 tempos solicitam do ?leo lubrificante caracter?sticas diferentes das solicitadas por um carro de passeio, apesar do princ?pio de funcionamento do motor ser o mesmo. Portanto sua formula??o diferencia-se da utilizada nos ?leos para motores de ve?culos a passeio. As motos, por exemplo, operam em altas rota??es e elevadas temperaturas na parte superior do pist?o e Carter, al?m de possu?rem uma rela??o pot?ncia/cilindrada elevada. O lubrificante dever? lubrificar os mancais, cilindros e mecanismo de v?lvulas; refrigerar o motor, especialmente mancais, mecanismo de v?lvulas e pist?es; promover veda??o entre a c?mara de combust?o e o Carter (entre os an?is de segmento e o cilindro); manter o interior do motor limpo, mantendo a fuligem e contaminantes (principalmente os gerados pela caixa de c?mbio e embreagem) em solu??o para evitar a deposi??o deles. Para garantir maior prote??o contra desgaste, o ?leo dever? possuir a menor viscosidade poss?vel na temperatura de opera??o, sem que haja um rompimento do filme de lubrifica??o. O ?leo tamb?m deve conter aditivos para garantir a prote??o contra forma??o de dep?sitos (detergentes), borra (dispersantes) e antioxidantes para retardar a deteriora??o do ?leo.
Propriedades que influenciam na escolha do ?leo para motos 4 tempos
? Elevado ?ndice de viscosidade
? Elevada estabilidade ao cisalhamento
? Boa performance de funcionamento da embreagem ?mida
? Aus?ncia de modificadores de fric??o
? Elevada estabilidade t?rmica
O equil?brio da viscosidade se mostrar? extremamente importante, de forma a proteger as engrenagens do c?mbio (viscosidade n?o muito baixa) por um lado e viabilizar economia de combust?vel (viscosidade n?o muito alta) por outro. Essa caracter?stica ser? proporcionada por um elevado ?ndice de viscosidade. Al?m disso, o lubrificante dever? proporcionar uma boa performance de funcionamento da embreagem ?mida, de maneira a evitar patina??o ou torn?-la de dif?cil engate, permitindo suave engrenamento. Os agentes modificadores de fric??o geram patina??o da embreagem. Tem de ser evitados, ?leos para motores de carros de passeio.

12. Quais as diferen?as entre os ?leos para motores dois tempos e os para motores quatro tempos de motocicletas?
Assim como os ?leos para motores 4 tempos, os ?leos 2 tempos tamb?m tem de ser formulados com componentes de alta qualidade, de maneira a alcan?ar um melhor desempenho. A maior parte destes lubrificantes, possui em sua composi??o, diluentes que facilitam a dilui??o dele na gasolina, bem como a fluidez do ?leo nos sistemas de lubrifica??o autom?tica. Al?m destes aditivos, ? importante que estes lubrificantes possuam abaixadores do ponto de fluidez a fim de melhorar o fluxo sob baixas temperaturas, anticorrosivos para prevenir a corros?o interna do motor, quando estiver desligado, detergentes e dispersantes.
Propriedades que influenciam na escolha do ?leo para motores 2 tempos
? Baixa forma??o de dep?sitos
? Prote??o contra ?riscamento? das pe?as met?licas
? Caracter?sticas antiferrugem
? Elevada miscibilidade com o combust?vel
? Aditivos dispersantes sem cinzas para motores n?uticos
? Aditivos dispersantes com baixo teor de cinzas para motores de motocicletas
? Baixa forma??o de fuma?a
? Prote??o antidesgaste


13. Trocar o ?leo e n?o trocar o filtro faz diferen?a?? considerada uma boa pr?tica de manuten??o a troca do filtro em conjunto com o lubrificante. A contamina??o do ?leo novo com o ?leo usado restante no filtro acelera o processo de oxida??o reduzindo a vida ?til do mesmo.

14. Os lubrificantes brasileiros t?m a mesma qualidade dos estrangeiros? Existem produtos importados sem similar nacional?
Os lubrificantes brasileiros provenientes de Cias reconhecidas e de grande porte possuem elevado padr?o de qualidade, pois al?m de atenderem ?s especifica??es de desempenho mundiais, investem continuamente em tecnologia e pesquisa. ? importante ressaltar que as especifica??es de desempenho s?o globais.

15. O que podemos esperar dos lubrificantes num futuro pr?ximo?
A Shell procura trabalhar com um portif?lio de lubrificantes de autom?veis bastante diversificado com diferentes classifica??es de desempenho a fim de atender ?s necessidades de todo mercado brasileiro. Al?m disso, tentamos continuamente aprov?-los nas montadoras.
Acreditamos que parte da tend?ncia dos lubrificantes est? voltada para as exig?ncias ambientais que cada dia est?o mais severas. A legisla??o ambiental vem exigindo limites cada vez mais rigorosos no ?mbito de emiss?o de poluentes. Para atender a essa nova demanda, as montadoras est?o trabalhando intensamente fazendo ajustes nos projetos dos motores. Essas mudan?as est?o refletindo diretamente na tecnologia dos lubrificantes que acabam absorvendo uma carga maior de contaminantes por um per?odo de troca estendido. Ressaltamos que os lubrificantes t?m participa??o fundamental para que os novos projetos sejam viabilizados. Assim, o processo para atender ?s novas exig?ncias ? resultado de uma parceria entre fabricantes de lubrificantes e montadoras.
Esse processo ? cont?nuo e a tend?ncia ? de que cada vez mais a ind?stria automobil?stica exija ?leos de maior qualidade e mais robustos para atender aos novos projetos.

16. No caso das motocicletas, as trocas de ?leo feitas em intervalos menores que os recomendados pelo fabricante trazem algum benef?cio?

A substitui??o de qualquer lubrificante por um per?odo de troca inferior ao especificado evita a oxida??o elevada e a completa deple??o de aditivos. Sabemos que durante o funcionamento do motor, os aditivos presentes no ?leo s?o consumidos e com isso a prote??o n?o ? exatamente a mesma quando o ?leo estava novo. Quando a troca ? efetuada antes do recomendado reduzimos a forma??o de borra e portanto o motor trabalha mais limpo ficando mais protegido.

17. Como saber o intervalo de troca de cada lubrificante?
Erroneamente o intervalo de troca ? relacionado apenas ao lubrificante. Os intervalos de troca s?o especificados pelas montadoras e s?o obtidos nos manuais dos ve?culos. As montadoras recomendam intervalos de troca que n?o comprometam a prote??o do motor. Essas orienta??es devem ser rigorosamente atendidas. N?o se deve estender o per?odo de troca sem que sejam realizadas an?lises de desgaste, viscosidade, contamina??o e oxida??o no ?leo usado. Estas caracter?sticas s?o afetadas diretamente pelo tipo de servi?o que o ve?culo ? submetido, pelo plano de manuten??o, pelo n?vel de performance do pacote de aditivos presentes no ?leo, al?m ? claro da escolha do lubrificante correto.
? importante refor?ar que a ?nica maneira de estender o per?odo de troca ? atrav?s da realiza??o de an?lises f?sico-qu?micas e qu?micas no ?leo usado.
Quanto aos tipos de regimes de servi?o, podemos classific?-los em:

- Servi?o leve: ? aquele t?pico de rodovias, onde s?o percorridas longas dist?ncias.
- Servi?o severo: 5est? relacionado ao uso tipicamente urbano (congestionamentos, "anda-p?ra", sinais de tr?nsito). Tamb?m ? considerada bastante severa a utiliza??o do ve?culo menos de 15 Km por dia, n?o permitindo que o motor atinja sua temperatura de opera??o. Neste caso h? um aumento consider?vel na dilui??o do ?leo por combust?vel, acelerando sua degrada??o e desgaste do motor.
- Servi?o misto: mescla os dois tipos de servi?o.

18. Qual o papel do fluido de arrefecimento sobre o lubrificante?
O fluido de arrefecimento possui papel fundamental no desempenho do lubrificante. O uso de propor??es inadequadas de aditivo para radiador (ou mesmo a sua falta), pode levar ? forma??o de ferrugem. A ferrugem reduz a efici?ncia de refrigera??o do motor, podendo contribuir para o superaquecimento do lubrificante e conseq?entemente do motor. O superaquecimento acelera o processo de degrada??o do ?leo.

19. Existe algum problema misturar produtos diferentes?
O API determina que ?leos lubrificantes de mesma classifica??o API t?m que ser compat?veis entre si. Ou seja, produtos API SF devem ser obrigatoriamente compat?veis com quaisquer outros SF. Apesar disso, n?o recomendamos essa pr?tica, pois entendemos que a mistura entre lubrificantes provenientes de diferentes fabricantes leva a um desbalanceamento na formula??o original. Assim, n?o ser? poss?vel obter o benef?cio m?ximo que cada produto individualmente ofereceria.

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anexo 2 Desempenho de lubrificantes

A legisla??o ambiental vem impondo limites cada vez mais restritivos em todo o mundo, no que diz respeito ? emiss?o de poluentes. Esse fator tem sido um dos mais importantes, para o desenvolvimento da tecnologia de motores. Para atender a essa nova demanda foram necess?rios ajustes nos projetos dos motores, o que acabou gerando reflexos sobre as especifica??es exigidas para os lubrificantes. As grandes montadoras t?m investido em mudan?as fundamentais na tecnologia de motores, por?m apenas isso n?o ? suficiente. Os lubrificantes t?m participa??o fundamental para que os novos projetos sejam viabilizados. Com isso podemos dizer que o processo constitui-se de uma parceria entre fabricantes de motores e de lubrificantes. Os primeiros demandam especifica??es cada vez mais r?gidas enquanto n?s nos esfor?amos no sentido de atender a essas demandas.
A API ? uma classifica??o de desempenho bastante usada por v?rias montadoras, por?m n?o ? a ?nica. Muitas vezes o fabricante prefere desenvolver sua pr?pria especifica??o, baseada em testes que a seu ver, est?o mais de acordo com a tecnologia usada em seus motores. Esse ? por exemplo o caso da VW, Mercedes, Volvo, etc. As especifica??es visam estabelecer limites de desempenho para os lubrificantes e s?o compostas de v?rios testes de medi??o de v?rias caracter?sticas, como por exemplo: desgaste de an?is de segmento, forma??o de dep?sitos, resist?ncia ao espessamento, etc. Muitos testes s?o baseados em motores padr?o. Um teste de estabilidade a oxida??o, por exemplo, ser? rodado em um motor escolhido por ser o mais agressivo em rela??o a essa caracter?stica. Nesta linha, ser?o escolhidos motores para cada tipo de caracter?stica desejada. Desta forma, cabe ao fabricante de ?leo desenvolver produtos que atendam as mais diversas classifica??es e especifica??es internacionais. A partir da? a montadora testar? esses produtos, presentes no mercado, conforme j? explicado acima. Apenas eles det?m conhecimentos relacionados ao projeto de seus motores.
Em rela??o ?s montadoras indicadas, a Ford e a GM usam a classifica??o API, por?m a Volks usa sua pr?pria especifica??o. Nesse ?ltimo caso seria complicado comparar, j? que a API ? uma classifica??o americana, estando de acordo com as demandas desse mercado, enquanto que as especifica??es VW, est?o mais de acordo com as demandas do mercado europeu. Os pr?prios designs de motores europeus e americanos, apresentam suas peculiaridades. Para as demais, Ford e GM, os modelos atuais (ap?s 2000), j? usam ?leos API SJ. A API estabeleceu um sistema de classifica??o para os ?leos de motor, que ? baseado em n?veis de desempenho para cada tipo de ?leo, sendo complementado com testes de motores, de bancada e de campo, e limites pr?-estabelecidos de avalia??o. As classifica??es s?o diferenciadas para os motores do ciclo Diesel (precedidas pela letra C) e do ciclo Otto (precedidas pela letra S). Este sistema foi desenvolvido de tal forma que permite a adi??o de novos n?veis de qualidade ? medida que se fizer necess?rio suprir novas exig?ncia da ind?stria automobil?stica: SF < SG < SH < SJ < SL. Em geral as montadoras indicam nos manuais dos ve?culos as especifica??es m?nimas que o ?leo deve atender para garantir que todos os requisitos de lubrifica??o sejam atendidos. A utiliza??o de um ?leo com desempenho superior (API SL), s? ter? a acrescentar, refletindo diretamente na vida ?til do motor. Ao contr?rio, o uso de um ?leo de classifica??o inferior, poder? comprometer a prote??o completa do motor.

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anexo 3 Borra no motor

Temos percebido nos ?ltimos 6 anos um crescimento incr?vel do numero de motores ciclo Otto com problemas de forma??o de borra e este fen?meno tem ocorrido tanto em ve?culos de baixa cilindrada, os chamados populares 1.0, como em motores de ve?culos nacionais ou importados novos de alta cilindrada e desempenho. Os motivos desta ocorr?ncia, apesar de intensa pesquisa por parte de todas as montadoras e fabricantes de lubrificantes n?o est? totalmente solucionado, mas podemos ressaltar alguns pontos que confirmadamente contribuem para este problema e s?o eles:

1- Utiliza??o de lubrificantes de baixo desempenho;

2- Mistura de lubrificantes de diferentes desempenhos, especifica??es e formula??es;

3- Extens?o do per?odo de troca acima do especificado para a opera??o;

4 - Extens?o do tempo de troca;

5- Utiliza??o de gasolina adulterada. Algumas montadoras inclusive j? realizaram testes com gasolina sem ?lcool e perceberam que o alto teor deste na nossa gasolina (acima de 20%) contribui para tal fen?meno. Nesse caso n?o temos nenhuma a??o j? que o teor de ?lcool na gasolina ? estabelecido por portarias governamentais e deve ser totalmente seguido;

6- Troca do ?leo lubrificante sem a troca do respectivo filtro de ?leo.


Diante destas conclus?es as montadoras est?o tomando a??es para minimizar este problema. S?o elas:

1- Utilizar no primeiro enchimento dos seus motores ?leos de maior desempenho, hoje a grande maioria das montadoras brasileiras se utilizam de ?leos de base sint?tica para tal;

2- Recomendar a utiliza??o de ?leos de base sint?tica e at?, dependendo do modelo, de ?leos totalmente sint?ticos;

3- Criar planos de troca de ?leo com per?odo reduzido para aplica??es severas e comunicar claramente quais opera??es s?o assim consideradas;

4- Reduzir os per?odos de troca;

5- Criar indica??o de troca de ?leo por prazo de tempo;

6- Recomendar a cada troca de ?leo a troca do filtro de ?leo.

Todas estas a??es est?o sendo tomadas pelas montadoras brasileiras para se reduzir os problemas e reclama??es de garantia de campo descritos. A mudan?a do ?leo de primeiro enchimento para um ?leo de base sint?tica leva a um grande aumento nos custos, mas tem sido a op??o de praticamente todas as grandes montadoras que a partir da? exigem em manual que este tipo de ?leo lubrificante continue sendo utilizado sob pena de perda de garantia."



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Der? VectraClube:
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"Resposta a manifesta??o 175021

Sauda??es ao Sr. (editado),

Para ve?culos que requeiram ?leo de n?vel API SL ou inferior, o LUBRAX
Top Turbo pode ser usado, pois atende simultaneamente aos n?veis API CI-4 / SL, para ve?culos que requeiram ?leo de n?vel API SJ ou inferior, o LUBRAX Extra Turbo pode ser usado, pois atende simultaneamente aos n?veis API CG-4/ SJ sendo ambos lubrificantes ideais para uso em frota mista (diesel e gasolina). Os outros produtos da linha diesel n?o t?m qualifica??o para uso em motores a gasolina.

Para os motores enquadrados nas classifica??es acima, n?o h? nenhum malef?cio na utiliza??o desses dois produtos, pelo contr?rio, pois esses
dois ?leos foram concebidos para os motores diesel, que requerem uma
exig?ncia superior ao lubrificante em compara??o com os motores a gasolina/?lcool.

Atenciosamente,

(Editado)
Engenheiro Mec?nico
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Servi?o de Atendimento ao Cliente / SAC T?cnico
0800 78 9001 / sac@br-petrobras.com.br
PETROBRAS Distribuidora S.A
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Tamb?m tem infos legais no link: http://www.vectraclu...o...w30&start=0
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Este assunto de ?leo e viscosidade ? RECORRENTE em nosso site por e boms motivos. ?les evoluem rapidamente e as fabricas tem alterado continuamente as recomenda??es quanto ao de per?odo de troca, qualidade e viscosidade, assim achei que seria de interesse geral comentar o que esta acontecendo conversando com um amigo nosso aqui no site verifiquei que a GM incluiu na lista de ?leos recomendados um que ? bem fino leiam.

Desde o inicio de 2004 a GM utiliza como lubrificante original de montagem em seus motores o AcDelco 5W-30 mantendo a recomenda??o deste grau de viscosidade para o uso durante toda a vida do veiculo, mesmo os mais antigos (veja o t?pico sobre FOLGA NO PIST?O), mas SEM contra indicar o uso dos lubrificantes com graus de viscosidade 15W-40, 20W-40 e 20W50, API-SJ/SL que figuram desde o inicio da produ??o dos motores familias I e II no Brasil.
Estudos mostram (Texaco, palestra do consultor t?cnico Sr Silvio Riolfi Jr) que a temperatura dentro do carter de um motor familia II pode chegar a 140 centigrados contra 90 em um motor antigo como o do Opala, o que contra indica o uso de um ?leo com ?comportamento? de SAE 30 a 100 centigrados, momento no qual sua viscosidade cinem?tica seria aprox. 50% menor que a de um ?leo SAE 40, que era o mais baixo grau de viscosidade a esta temperatura, recomendado pela GM antes de 2004.
A decis?o da GM em utilizar um ?leo de baixa viscosidade em toda a linha a partir de 2004 deve ter tido como base uma tend?ncia mundial que se nasceu com os modernos motores com comandos vari?veis que precisam de um ?leo mais ?fino? para que se obtenha uma melhor bombeabilidade, e este chegue de imediato as partes necess?rias, e tamb?m no fato de que as pessoas hoje, cada v?z mais ligam e saem de imediato, sem dar tempo ao ?leo de aquecer ou mesmo atingir as partes altas, comportamento tornado poss?vel pela a??o dos modernos sistemas de inje??o eletr?nicos.
Import?nte frizar tamb?m que os ?leos de viscosidade 0W-30 e 5W-30 s?o classificados como ?Energy Saver? uma preocupa??o crescente nos dias de hoje.




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Tamb?m do VC, coment?rio do matheus:
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Eu n?o uso nenhum aditivo no ?leo. Querer "gambiarrar" um ?leo que tem baixas propriedades, usando aditivo, n?o ? o melhor caminho.
Use um ?leo 100% sint?tico de qualidade. Para seu carro, um ?leo n?o t?o viscoso(n?o t?o grosso) como o 10W40, ? o ideal. Creio que vc trocou os tuchos do seu motor, devido eles chiarem na primeira partida, at? encher o cabe?ote de ?leo(justamente para isso que a GM adaptou o plug restritor na galeria de retorno). Muitos acham que com o ?leo grosso, carrega mais r?pido os tuchos, devido criar press?o na bomba antes, mas isso n?o ? verdade. Ele pode criar press?o antes, mas o ?leo menos viscoso, consegue ter acesso mais r?pido e eficiente nas partes m?veis, que no caso do tucho, acaba sendo carregado mais rapidamente.
Os tuchos do motor C20XE(seu motor), tem durabilidade para 300.000km. Usando ?leo sint?tico sempre, nem precisa fazer limpeza nos mesmos, pois n?o cria borras. Os seus tuchos antigos, provavelmente n?o estavam com defeito, mas sim com borras internas, que atrapalhava o enchimento dos mesmos, era s? ter desmontado e limpado.
O m?nimo que um C20XE merece ? um ?leo SL semi-sint?tico, mas o ideal ? 100% sint?tico.
Eu gosto muito do Elf Excelence 100% sint?tico, custa cerca de 35,00 reais o litro(o pre?o varia de acordo com o local e regi?o do pa?s que ? comprado), e tem ?timas propriedades.. inclusive me surpreendeu, quando meu carro rodou com baixa press?o do ?leo(problema na relief valve), quase 0 de press?o, isso a mais de 6.000rpm, s? fui reparar depois quando j? tinha terminado a brincadeira. Achei que minhas bronzinas nem iriam existir mais.. No mesmo dia desmontei tudo, e as bronzinas estavam intactas.
Em contra partida, o carro de um cliente, que usava ?leo mineral(mesmo aconselhando ?leo sint?tico), entupiu a peneirinha(devido as borras), e em poucos minutos o motor travou, n?o deu nem chances para ele pensar.
Esse ? um exemplo de que n?o precisa de laborat?rios e ensaios precisos para enxergar a qualidade de um ?leo. Al?m das propriedades lubrificantes, longevidade do ?leo sint?tico ser infinitamente superior ao mineral, o sint?tico ainda tem a grande vantagem de n?o criar borras, pois ? feito a base de ?sters vegetais, e n?o de derivados de petr?leo, como os minerais.



OBRIGADO AO CELTA E VECTRA CLUBE !!!!




:(


Postou 02 maio 2007 - 05:31 | #2 Membro online   quarteto 

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o post ? gigantesco, mas vale muito a pena como fonte de consulta....

sugiro a inclus?o dele no hot topics...


mandou bem, Thiago
saudade...

MBV - Perdi a paciência!!!

descealenha defenestrações: "o acelerador é o da direita!!!"

piloto oficial da descealenha defenestrações, divisão arrancada motorsport: Tijolo


Postou 02 maio 2007 - 06:13 | #3 Membro offline   * Caroline Stella * 

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quarteto, em May 2 2007, 06:31 PM, disse:

o post ? gigantesco, mas vale muito a pena como fonte de consulta....

sugiro a inclus?o dele no hot topics...
mandou bem, Thiago
Ver post

Verdade, belo t?pico :(



Postou 02 maio 2007 - 07:41 | #4 Membro offline   Tim 

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Excelente :(

Mais motivos pra defenestrar aqueles aditivos STP , super oil, triboil e o cacete a 4

Quote


8. O uso de aditivos ? recomendado? Quando?
N?o recomendamos o uso de nenhum tipo de aditivo extra nos lubrificantes acabados. Esta pr?tica pode comprometer o funcionamento do motor, tendo em vista que o pacote de aditivos adicionado aos ?leos b?sicos ? formulado e balanceado em uma propor??o definida, e a adi??o de um aditivo extra desequilibraria a formula??o bem como o desempenho final do produto. Al?m disso, n?o temos como garantir que o nosso produto seja compat?vel com o aditivo usado.

FEM - UNICAMP 2007

"Voce sabe que seu carro esta demasiadamente alterado quando alguns dos bot?es instalados no painel, se acionados indevidamente, provocam a quebra instantanea do motor."

"F?rum de discuss?es: local onde as pessoas discursam com absoluta certeza sobre aquilo que n?o sabem absolutamente nada."

Vendo XR3 Conv. 2.0i, vale a pena conferir:
http://www.preparado...showtopic=31303


Postou 02 maio 2007 - 08:03 | #5 Membro offline   Le 

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AN?LISES T?PICAS ? Shell Helix Alta Quilometragem 25W60 SL
GRAU SAE 25W60 SL
Densidade a 20/4?C - 0,897
Ponto de Fulgor (VA) (?C) - 228
Ponto de Fluidez (?C) - -3
Viscosidade a 40?C (cSt) - 250
Viscosidade a 100?C (cSt) - 23,4
?ndice de Viscosidade - 116


Esse foi o que mais gostei, pela situa??o de meu carro deve ser o melhor.

tem mais viscosidade, e perde muito menos em 100? !

nao vira agua :(


Postou 03 maio 2007 - 07:35 | #6 Membro online   quarteto 

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Tim, em May 2 2007, 08:41 PM, disse:

Excelente :(

Mais motivos pra defenestrar aqueles aditivos STP , super oil, triboil e o cacete a 4
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e o militec?
saudade...

MBV - Perdi a paciência!!!

descealenha defenestrações: "o acelerador é o da direita!!!"

piloto oficial da descealenha defenestrações, divisão arrancada motorsport: Tijolo


Postou 03 maio 2007 - 07:59 | #7 Membro offline   Le 

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quarteto, em May 3 2007, 08:35 AM, disse:

e o militec?
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eu acredito em militec, s? que acho o pre?o muito alto !!!

veja os testes no youtube.

? trem d?outro mundo ....


Postou 03 maio 2007 - 10:09 | #8 Membro offline   Shark 

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O cara n?o falou sobre quem usa oleo de motos 4T em carros... tenho essa d?vida.

No meu antingo GT eu usava Mobil 4T + Militec.

Ser? que existe alguma restri??o a isso?


Imagem


Postou 03 maio 2007 - 01:46 | #9 Guest_GT AUTO SERVICE_*

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Le?o, em May 2 2007, 09:03 PM, disse:

AN?LISES T?PICAS ? Shell Helix Alta Quilometragem 25W60 SL
GRAU SAE 25W60 SL
Densidade a 20/4?C - 0,897
Ponto de Fulgor (VA) (?C) - 228
Ponto de Fluidez (?C) - -3
Viscosidade a 40?C (cSt) - 250
Viscosidade a 100?C (cSt) - 23,4
?ndice de Viscosidade - 116


Esse foi o que mais gostei, pela situa??o de meu carro deve ser o melhor.

tem mais viscosidade, e perde muito menos em 100? !

nao vira agua  :ninja:
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Verdade........ a unica desvantagem ? que na partida a frio de manh? vc vai estar quase que com uma "graxa" no motor.....heheheee.......


quarteto, em May 3 2007, 08:35 AM, disse:

e o militec?
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Fazendo meu comercial:

O Militec-1 n?o ? um aditivo: ele ? um CONDICIONADOR DE METAIS e que n?o se "mistura" ao ?leo do carro.........ele apenas usa-o como meio de transporte para chegar a todas as partes m?veis do motor e assim, come?ar seu processo de trabalho, que consiste em aderir aos micro-p?ros do metal e criar uma camada ati-atrito e repelente de calor excessivo. Basicamente falando.

Excelente produto: Vendo e Recomendo !!! :ninja:


Shark, em May 3 2007, 11:09 AM, disse:

O cara n?o falou sobre quem usa oleo de motos 4T em carros... tenho essa d?vida.

No meu antingo GT eu usava Mobil 4T + Militec.

Ser? que existe alguma restri??o a isso?


Ver post



No texto (topico 11) fala sobre a diferen?a do oleo comum e do oleo de motos 4T.... d? uma analisada e tire as conclus?es......

No meu ponto de vista, o militec com o Castrol 4T fazem uma parceria perfeita, pq ele elimina o problema de fric??o dos ?leos de moto.

Conjunto perfeito........ :ninja:




:(


Postou 03 maio 2007 - 02:48 | #10 Membro offline   WEST 

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E o motul? Dizem que ? o melhor...
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