Mclaren defende liberdade de custos para equipes na f1



  • ![](http://carxpressmag.com/wp-content/uploads/1451394606_f1-mexican-gp-2015-start-nico-rosberg-mercedes-amg-f1-w06-leads.jpg) ## de acordo com o diretor de corrida da equipe, eric boullier, orçamento livre é a melhor solução para a categoria: “se alguém quer ter todas as suas portas em ouro, deixe ele fazer o que quiser” a fórmula 1 precisa repensar sobre como ela lida com toda a questão dos custos, avalia a mclaren em meio a preocupações de que o esforço para reduzir os orçamentos não está ajudando ninguém. a fia há muito tempo deixou claro que uma das suas prioridades é garantir a sobrevivência das equipes menores, que estão lutando para encontrar uma quantidade cada vez crescente de dinheiro. mas o diretor de corrida da mclaren, eric boullier, acha que todos os esforços para conter as despesas falharam, e o que todos eles estão fazendo é impedindo que as equipes de grande dinheiro no caixa façam frente à mercedes. “eu apoiaria o bernie [ecclestone] e diria que se você não pode lidar com isso, não venha”, disse boullier ao . “se você puder pagar, então deixem as equipes fazerem o que quiserem”, completou. “é preciso que haja um regulamento, eu concordo, mas para forçar os custos para baixo, este é o caminho errado para mim”. “se você quiser vir até a f1 você deve ser capaz de pagar por isso, e os fabricantes podem pagar. portanto, não é questão de ser capaz de pagar ou não”. “quem são aqueles que lutam na f1? as equipes na parte de trás do grid. mas o problema é que você está prejudicando as grandes equipes e salvando nada para as equipes pequenas. e isso machuca a todos.” boullier vai além sugerindo que deveria haver um orçamento livre, o que acabaria ajudando a ter mais disputa na frente do grid. “se alguém quer ter todas as suas portas em ouro, deixe ele fazer o que quiser”, disse. “contanto que você possa firmar os regulamentos, e permitir que os regulamentos continuem estáveis, então todos nós vamos chegar lá. assim você vai ter um campo competitivo como era em 2012 e 2013”.

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